sábado, 27 de dezembro de 2008

Ano novo

A cada mudança de ano renovamos desejos e esperanças, sejam eles quais forem, fazemos balanços sobre o que passou no “ano velho” seja em termos colectivos, ou seja no plano familiar ou público (local, regional, nacional ou global).
Arranjamos, a cada mudança de ano, novas energias e renascemos com o novo ano na proposta de chegar a novos objectivos. Caso assim não fosse, a passagem de ano não seria mais que uma festa como muitas outras.
A velha tradição da passagem de ano de simbolicamente pedirmos alguma coisa para o ano novo traz consigo uma nova força.
2009 vai, segundo os analistas, ser um ano de crise. Estas, geralmente, criam oportunidades que estimulam a imaginação daqueles que não cruzam os braços, pese embora a maledicência de alguns para quem as coisas deveriam ser uma outra coisa qualquer, não importando qual se fossem eles a decidir.
Se para combater a crise global as acções deverão ser locais, esta implicam escolhas, a definição de estratégias e o desenvolvimento dos pontos fortes, se queremos que o nosso futuro comum aconteça.Em 2009 iremos, provavelmente, ter um ano de crise global, mas por cá vamos ter de escolher. Haverá eleições europeias, legislativas e autárquicas e devemos preparar-nos para fazer de 2009 um ano em que mostremos a força das nossas opções, um ano em que sejamos capazes de reforçar o nosso caminho colectivo.