A sexta-feira 13, ou seja, uma sexta-feira no dia 13 de qualquer mês, é considerada no imaginário e nas crenças populares como um dia de azar. "Paraskavedekatriaphobia" é o medo/fobia da sexta-feira 13. A origem desta superstição está intimamente ligada à Ordem dos Templários. No dia 13 de Outubro 1307, uma sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França, os cavaleiros do Templo foram presos e na sua maioria torturados e, mais tarde, executados, por heresia.
A partir dessa data passou a entrar nas crenças populares o medo/fobia da sexta-feira dia 13, como sendo um dia de azar. Infelizmente foi-o para todos aqueles que Filipe IV mandou executar nessa data.
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
Regionalização
Em Portugal (Continental) não existem regiões naturais perfeitamente definidas, em que cada um possa apontar facilmente as suas fronteiras, seja por factores de natureza orográfica ou questões culturais. Assim, a regionalização não pode acontecer em virtude desses factores mas sim por vontade política de descentralizar os poderes centrais para a administração regional e local.
Com a implementação da regionalização esta entidade assume competências que deixam de estar na “posse” da Administração Central, estando a tomada de decisão mais próxima da população, não sendo, como se deverá compreender, uma solução para terminar com as assimetrias existentes.
Aos poucos as condições para implementação da regionalização vão sendo criadas, estando os partidos, que outrora a ela se opuseram, mais abertos a tal solução. O novo governo, sem maioria e num clima de abertura e diálogo, parece ter nesta legislatura uma excelente oportunidade para avançar nesse sentido.
No entanto, sendo 2011 anos de eleições presidenciais, não me parece que PS e PSD queiram antes daquele acto avançar com qualquer proposta nesse sentido, o que a acontecer só lá para meados da legislatura.
Percebe-se que o País precisa de uma urgente e até talvez profunda reforma administrativa, no entanto as condições para iniciar o processo têm de estar criadas, não só nos partidos mas acima de tudo nos cidadãos.
A iniciar-se todo este processo só em 2011 poderá “cheirar” a muito mais que uma efectiva revolução no sistema administrativo do País, não nos podemos esquecer que nas próximas eleições autárquicas há muitos presidentes de câmara que não vão poder recandidatar-se, e desta forma seja aberta uma “guerra” por lugares que transformem um processo necessário numa espécie de “segunda volta das autárquicas”, criando o descrédito numa população que já tem dos políticos tão má ideia.
Portanto a reforma administrativa terá de ser muito mais profunda e ir mais além que só a regionalização.
Com a implementação da regionalização esta entidade assume competências que deixam de estar na “posse” da Administração Central, estando a tomada de decisão mais próxima da população, não sendo, como se deverá compreender, uma solução para terminar com as assimetrias existentes.
Aos poucos as condições para implementação da regionalização vão sendo criadas, estando os partidos, que outrora a ela se opuseram, mais abertos a tal solução. O novo governo, sem maioria e num clima de abertura e diálogo, parece ter nesta legislatura uma excelente oportunidade para avançar nesse sentido.
No entanto, sendo 2011 anos de eleições presidenciais, não me parece que PS e PSD queiram antes daquele acto avançar com qualquer proposta nesse sentido, o que a acontecer só lá para meados da legislatura.
Percebe-se que o País precisa de uma urgente e até talvez profunda reforma administrativa, no entanto as condições para iniciar o processo têm de estar criadas, não só nos partidos mas acima de tudo nos cidadãos.
A iniciar-se todo este processo só em 2011 poderá “cheirar” a muito mais que uma efectiva revolução no sistema administrativo do País, não nos podemos esquecer que nas próximas eleições autárquicas há muitos presidentes de câmara que não vão poder recandidatar-se, e desta forma seja aberta uma “guerra” por lugares que transformem um processo necessário numa espécie de “segunda volta das autárquicas”, criando o descrédito numa população que já tem dos políticos tão má ideia.
Portanto a reforma administrativa terá de ser muito mais profunda e ir mais além que só a regionalização.
terça-feira, 10 de Novembro de 2009
O bobo da corte

O bobo da corte terá sido o antecedente do palhaço, sendo que hoje ambas as figuras se confundem sendo uma e única pessoa. O bobo da corte, bufão, bufo ou simplesmente bobo é o nome dado ao “lacaio” encarregado de entreter e que procurava, em tempos de monarquia tal como hoje, agradar ao “chefe”.
Da definição plasmada no dicionário retira-se: Bobo, adj. m. (do lat. balbus). Tolo; Pateta. S.m. 1. Indivíduo normalmente de físico defeituoso que divertia príncipes e reis. 2. Indivíduo tolo, parvo. 3. Pessoa que profere disparates.
A figura do bobo teve origem no Império Bizantino e no fim das cruzadas tornou-se figura comum nas cortes da Europa. Vestia, tal como hoje se veste o novo bobo, com roupas espalhafatosas.
O bobo serve para divertir, canta, toca algum instrumento e é, geralmente, o cerimonial das festas. Tal como na época da monarquia o bobo tem língua afiada e diz aquilo, que não tendo coragem, o “chefe” gostaria por vingança pessoal de dizer, isto porque ao bobo tudo é permitido sem que dele façam caso ou o levem a sério.
Com má-língua fala sobre uma realidade que desconhece, revelando as discordâncias e expondo as ambições do “chefe”. É um indivíduo de grotesca figura.
O bobo adora ser bobo. Sempre que o bobo abre a boca, sem entrar mosca, (e o mal repete-se “n” vezes), o povo aplaude, mesmo sem entender o tamanho da calamidade pronunciada.
O bobo adora, actualmente com recursos a novas tecnologias (os bobos de antigamente evoluíram, também mais faltava que não houvesse alguma evolução), abordar falaciosamente o presente, babando de ganância e avidez pela faculdade que se outorga para delapidar o bem comum. E no meio deste arraial de inépcia e ignorância o bobo gostaria que o levassem a sério sendo um escarro desconhecedor da decência e da honra.
O “grande” bobo auto promove-se, não só em frente do espelho, do alto dos palcos que todos os dias inventa para mostrar a sua incapacidade, mas também em frente da Câmara.
Nas peças escritas por Shakespeare, o bobo é figura recorrente, sendo ingénuo e inconsequente, porém de língua afiada, que só serve para insultar e fazer comentários ásperos geralmente desprovidos de verdade.
Na Roma decadente não havia banquete, onde depois das dançarinas, dos acrobatas, dos macacos amestrados vinham os bobos - os gelotopoios, que, em grego, significa os homens que fazem rir a sociedade.
Na Idade Média, o Bobo, com as suas vestes multicores, composta por um saio (esta é a parte efeminada do bobo) de guizos pendentes e gorro divertia, escarnecendo e lacerando reputações e honras, e alimentava injustiças.
Da definição plasmada no dicionário retira-se: Bobo, adj. m. (do lat. balbus). Tolo; Pateta. S.m. 1. Indivíduo normalmente de físico defeituoso que divertia príncipes e reis. 2. Indivíduo tolo, parvo. 3. Pessoa que profere disparates.
A figura do bobo teve origem no Império Bizantino e no fim das cruzadas tornou-se figura comum nas cortes da Europa. Vestia, tal como hoje se veste o novo bobo, com roupas espalhafatosas.
O bobo serve para divertir, canta, toca algum instrumento e é, geralmente, o cerimonial das festas. Tal como na época da monarquia o bobo tem língua afiada e diz aquilo, que não tendo coragem, o “chefe” gostaria por vingança pessoal de dizer, isto porque ao bobo tudo é permitido sem que dele façam caso ou o levem a sério.
Com má-língua fala sobre uma realidade que desconhece, revelando as discordâncias e expondo as ambições do “chefe”. É um indivíduo de grotesca figura.
O bobo adora ser bobo. Sempre que o bobo abre a boca, sem entrar mosca, (e o mal repete-se “n” vezes), o povo aplaude, mesmo sem entender o tamanho da calamidade pronunciada.
O bobo adora, actualmente com recursos a novas tecnologias (os bobos de antigamente evoluíram, também mais faltava que não houvesse alguma evolução), abordar falaciosamente o presente, babando de ganância e avidez pela faculdade que se outorga para delapidar o bem comum. E no meio deste arraial de inépcia e ignorância o bobo gostaria que o levassem a sério sendo um escarro desconhecedor da decência e da honra.
O “grande” bobo auto promove-se, não só em frente do espelho, do alto dos palcos que todos os dias inventa para mostrar a sua incapacidade, mas também em frente da Câmara.
Nas peças escritas por Shakespeare, o bobo é figura recorrente, sendo ingénuo e inconsequente, porém de língua afiada, que só serve para insultar e fazer comentários ásperos geralmente desprovidos de verdade.
Na Roma decadente não havia banquete, onde depois das dançarinas, dos acrobatas, dos macacos amestrados vinham os bobos - os gelotopoios, que, em grego, significa os homens que fazem rir a sociedade.
Na Idade Média, o Bobo, com as suas vestes multicores, composta por um saio (esta é a parte efeminada do bobo) de guizos pendentes e gorro divertia, escarnecendo e lacerando reputações e honras, e alimentava injustiças.
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
O Palhaço

A estadia em Estremoz do circo Victor Hugo Cardinali, apresentado como o n.º 1 dos circos em Portugal, levou-nos a reflectir sobre uma das figuras sempre presentes nos espectáculos circenses, o palhaço.
O circo é composto por muitos números e artistas como os trapezistas, malabaristas, ilusionista, domador de animais, etc., uns de demonstração de coragem, outros de mestria e inteligência, mas é o palhaço que nos faz rir.
O palhaço apresenta-se, geralmente, numa dicotomia expressa nas figuras dos palhaços “pobre” e “rico”. Do primeiro pouco há a dizer. Diz umas piaditas e pouco mais que isso.
Já o palhaço “rico”, ou supostamente “rico”, apresenta maior complexidade de análise. Ninguém sabe de onde lhe vem a “riqueza” para poder comprar as fatiotas com que se apresenta, que diga-se são sempre efeminadas deixando-nos na dúvida sobre a sua verdadeira orientação sexual. Devido àquilo que o próprio considera ser o seu “estatuto” (que não tem) há situações que nos deveriam levar às lágrimas e não ao riso, principalmente a sua falta de humildade, falta de inteligência e de capacidade de actuação.
Este palhaço tenta também nas suas actuações cantar. Dizemos tenta, embora o palhaço pense que o faz, porque cantar para ele é uma miragem, sendo a sua actuação mais uma gritaria que outra coisa, embora o “público” o iluda e bata palmas. Afinal é o palhaço, serve para divertir os outros.
Esta figura também gosta de monopolizar as atenções durante o “espectáculo”, não só pela sua fatiota efeminada, mas também durante o espaço que lhe é destinado para actuar de se agarrar ao microfone (que quer só para si) para dizer uma dúzia de asneiras, a que ele chama interacção com o público.
Das muitas figuras do circo o palhaço é efectivamente isso mesmo: PALHAÇO. Não tendo “sumo” na sua intervenção assume a piada jocosa e a mentira para divertir e fazer rir o público, mas o riso faz parte da vida, e na vida tem sempre de existir um palhaço para podermos rir. É isso que o palhaço faz, faz-nos rir.
O circo é composto por muitos números e artistas como os trapezistas, malabaristas, ilusionista, domador de animais, etc., uns de demonstração de coragem, outros de mestria e inteligência, mas é o palhaço que nos faz rir.
O palhaço apresenta-se, geralmente, numa dicotomia expressa nas figuras dos palhaços “pobre” e “rico”. Do primeiro pouco há a dizer. Diz umas piaditas e pouco mais que isso.
Já o palhaço “rico”, ou supostamente “rico”, apresenta maior complexidade de análise. Ninguém sabe de onde lhe vem a “riqueza” para poder comprar as fatiotas com que se apresenta, que diga-se são sempre efeminadas deixando-nos na dúvida sobre a sua verdadeira orientação sexual. Devido àquilo que o próprio considera ser o seu “estatuto” (que não tem) há situações que nos deveriam levar às lágrimas e não ao riso, principalmente a sua falta de humildade, falta de inteligência e de capacidade de actuação.
Este palhaço tenta também nas suas actuações cantar. Dizemos tenta, embora o palhaço pense que o faz, porque cantar para ele é uma miragem, sendo a sua actuação mais uma gritaria que outra coisa, embora o “público” o iluda e bata palmas. Afinal é o palhaço, serve para divertir os outros.
Esta figura também gosta de monopolizar as atenções durante o “espectáculo”, não só pela sua fatiota efeminada, mas também durante o espaço que lhe é destinado para actuar de se agarrar ao microfone (que quer só para si) para dizer uma dúzia de asneiras, a que ele chama interacção com o público.
Das muitas figuras do circo o palhaço é efectivamente isso mesmo: PALHAÇO. Não tendo “sumo” na sua intervenção assume a piada jocosa e a mentira para divertir e fazer rir o público, mas o riso faz parte da vida, e na vida tem sempre de existir um palhaço para podermos rir. É isso que o palhaço faz, faz-nos rir.
terça-feira, 27 de Outubro de 2009
Um "Poema" sobre a vida
Cada Um Tem de Mim Exactamente O que Cativou, e Cada Um É Responsável pelo que Cativou, Não Suporto a Falsidade e a Mentira, a VERDADE Pode Doer, mas É SEMPRE Mais DIGNA. Bom Mesmo É Ir à Luta com DETERMINAÇÃO, Abraçar a VIDA e VIVER Com PAIXÃO. Perder com Classe e Vencer com OUSADIA, pois o Triunfo Pertence a Quem SE ATREVE e a VIDA É MUITO para Ser Insignificante. Eu Faço e Abuso da FELICIDADE e Não Desisto dos Meus Sonhos. O Mundo Está nas MÃOS DAQUELES que TÊM CORAGEM de Sonhar CORRER o RISCO de VIVER OS SEUS SONHOS.
Coragem...Coragem. Coragem é não Procurar Desculpas para ser Feliz !!!!!!!!!
Charles Chaplin
Coragem...Coragem. Coragem é não Procurar Desculpas para ser Feliz !!!!!!!!!
Charles Chaplin
quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
Autárquicas 2009
Um amigo enviou-me um mail onde me questionava porque não tinha feito nenhuma análise às eleições autárquicas.
Não o fiz porque, após tanta análise de tanta gente, a minha opinião seria somente mais uma e nada de novo acrescentaria. Uns atingiram o objectivo e ganharam, outros não o atingiram e perderam. As análise dos porquês ficam para os “especialistas”.
Não o fiz porque, após tanta análise de tanta gente, a minha opinião seria somente mais uma e nada de novo acrescentaria. Uns atingiram o objectivo e ganharam, outros não o atingiram e perderam. As análise dos porquês ficam para os “especialistas”.
domingo, 18 de Outubro de 2009
Estremoz tem a maior avenida da Europa com iluminação pública de tecnologia LED
Estremoz tem desde 16 de Outubro a maior avenida da Europa com iluminação pública de tecnologia LED, ao abrigo de um programa de eficiência energética. Segundo a Lusa, André Neves administrador da empresa responsável pelo projecto, afirmou que o município de Estremoz aderiu à iniciativa e inaugurou sexta-feira à noite a iluminação pública com aplicação de tecnologia LED, na Avenida 9 de Abril, com cerca de um quilómetro de extensão. Segundo o responsável, a aplicação de tecnologia LED, naquela avenida, quando comparada com a tecnologia de vapor de sódio, resulta em "melhor qualidade de iluminação, redução do consumo energético, redução de emissão de dióxido de carbono e poupança financeira". Com a aplicação da nova tecnologia o equipamento dura 14 anos e permite poupar 60 por cento da energia consumida.
Fonte: Diana FM
Fonte: Diana FM
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