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FeiCiTEst - Feira de Ciência e Tecnologia de Estremoz

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A feira de Ciência e Tecnologia de Estremoz (FeiCiTEst) pretende ser um evento de âmbito nacional que valorize e promova o potencial científico e tecnológico nacional. Para além de ser um amplo espaço de encontro e reflexão da comunidade científica nacional permitirá ao grande público, não só tomar contacto com os últimos avanços da ciência, mas também com o que vem sendo feito pelos investigadores e instituições portuguesas. Numa Sociedade em que cada vez mais a Ciência e a Tecnologia desempenham um papel fundamental, mas em que ao mesmo tempo uma especialização cada vez maior obriga a um diálogo constante entre os vários domínios do Saber, a FeiCiTEst assume-se como um espaço único que vem preencher uma lacuna que se fazia sentir a nível nacional. Acontece dias 27 e 28 de Março das 10h às 23h no Parque de Feiras e Exposições de Estremoz - Pavilhão A - Com Entrada Gratuita.

Novo cadastro do território avança para já em oito concelhos em áreas florestais

11.03.2009 Paulo Miguel Madeira O Governo vai lançar em Abril o primeiro concurso público internacional com vista ao lançamento da primeira fase de execução do novo cadastro nacional da propriedade fundiária, para já circunscrito a oito municípios de três zonas do país, anunciou hoje o Ministério do Ambiente. O futuro cadastro terá uma nova lógica de actualização integrada entre o cadastro geométrico, a cargo do Instituto Geográfico Português (IGP), o das conservatórias prediais e o das Finanças e é previsível que apenas em 2016 esteja totalmente actualizado para o conjunto do país, segundo explicou osecretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão. Com a designação de Sinergic-Sistema Cadastral Multifuncional, o novo sistema vai arrancar com o levantamento da propriedade e integração de informação entre aquelas entidades públicas nos concelhos de Loulé, São Brásde Alportel, Tavira (Algarve), Oliveira do Hospital, Seia (serra daEstrela), Paredes e Penafiel (...

O velho, o rapaz e o burro

Um velho resolveu vender seu burro na feira. Como voltaria andando, chamou o seu neto para o acompanhar. Montaram os dois no burro e seguiram viagem. Passando por um local onde se juntavam pessoas, ouviram os comentários críticos: " Como é que pode ser, duas pessoas em cima deste pobre animal !". Resolveram então que o menino desceria, e o velho permaneceria montado. Prosseguiram... Mais na frente junto de uma lagoa algumas idosas estavam a lavar roupa. Quando os viram, puseram-se a reclamar; " Que absurdo! Explorando a pobre criança, deveria deixá-la ir em cima do animal." Constrangidos com o ocorrido, trocaram as posições, ou seja, o menino montou o animal e o velho desceu. Tinham caminhado alguns metros, quando algumas jovens sentadas na calçada externaram seu espanto com o que presenciaram; "Que menino preguiçoso! Enquanto este velho senhor caminha, ele fica todo contente em cima do animal!" Diante disto, o menino desceu e desta vez o velho não subiu. ...
"Há um mínimo de dignidade que o homem não pode negociar, nem mesmo em troca da liberdade. Nem mesmo em troca do sol."

Ano novo

A cada mudança de ano renovamos desejos e esperanças, sejam eles quais forem, fazemos balanços sobre o que passou no “ano velho” seja em termos colectivos, ou seja no plano familiar ou público (local, regional, nacional ou global). Arranjamos, a cada mudança de ano, novas energias e renascemos com o novo ano na proposta de chegar a novos objectivos. Caso assim não fosse, a passagem de ano não seria mais que uma festa como muitas outras. A velha tradição da passagem de ano de simbolicamente pedirmos alguma coisa para o ano novo traz consigo uma nova força. 2009 vai, segundo os analistas, ser um ano de crise. Estas, geralmente, criam oportunidades que estimulam a imaginação daqueles que não cruzam os braços, pese embora a maledicência de alguns para quem as coisas deveriam ser uma outra coisa qualquer, não importando qual se fossem eles a decidir. Se para combater a crise global as acções deverão ser locais, esta implicam escolhas, a definição de estratégias e o desenvolvimento dos pont...
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E se Obama fosse africano?

Um texto de Mia Couto ... dolorosamente verdadeiro Os africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles. Depois de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor. Nesse momento, eu era também um vencedor. A mesma felicidade me atravessara quando Nelson Mandela foi libertado e o novo estadista sul-africano consolidava um caminho de dignificação de África. Na noite de 5 de Novembro, o novo presidente norte-americano não era apenas um homem que falava. Era a sufocada voz da esperança que se reerguia, liberta, dentro de nós. Meu coração tinha votado, mesmo sem permissão: habituado a pedir pouco, eu festejava uma vitória sem dimensões. Ao sair à rua, a minha cidade se havia deslocado para Chicago, negros e brancos respirando comungando de uma mesma surpresa feliz. Porque a vitória de Obama não foi a de uma raça sobre outra: sem a participação massiva dos americanos de todas as raças (incluindo a da...